Preço da actividade- 8€+Iva
04/04/12
Preço da actividade- 8€+Iva
DIAS DE MURMÜRIO - ciclo de música independente

o Mercado Negro e o Espaço Biscoito têm a ousadia de apresentar um pequeno ciclo de música independente. Pequeno, porque apresenta apenas um concerto por dia. Ciclo porque vai acontecer em dois dias diferentes em dois sítios diferentes e porque os intervenientes estão ligados à mesma editora. Esperam-se momentos especiais nas suas mais variadas formas e aspectos potenciados por variáveis tão distintas como o próprio local, o palco, o horário, o cenário, a iluminação e claro, as músicas - é um ciclo que respira melodia, apropriado para estados de espírito leves. Os palcos são o Atelier do Espaço Biscoito e a Sala vermelha do Mercado Negro nos dias 13 e 14 de Abril.
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DIAS DE MURMÜRIO - ciclo de música independente [13 e 14 Março]
SEXTA-FEIRA, 13 de ABRIL
Birds Are Indie > concerto > Espaço Biscoito (Atelier) > 22h30 > 3 euros (entradas limitadas a 40 pessoas)
BIRDS ARE INDIE são um rapaz e uma rapariga, de Coimbra, que se apaixonaram há 14 anos. Começaram a fazer músicas no início de 2010 e entretanto editaram dois EPs pela netlabel Mimi Records, outro em nome próprio e agora ‘How Music Fits Our Silence’, o primeiro LP na sua editora Murmürio Records. Já tocaram um pouco por todo o país, foram à rádio e à televisão, mas apesar de tudo isto, continuam a ser um projecto absolutamente descomprometido e nada virtuoso. Agora um pouco menos rudimentar e talvez um pouco mais afinado. O mais importante persiste, ainda, o amor.
ouvir +:
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INFO | BILHETES/TICKETS
Bilhetes para o concerto de Birds Are Indie à venda no Espaço Biscoito e no Mercado Negro a partir de terça-feira dia 3 de Abril, sempre dentro dos horários de funcionamento. Reservas: mercadonegro.correio@gmail
SÁBADO, 14 de ABRIL
Gobi Bear > concerto > Mercado Negro (Sala Vermelha) > 18h30 > entrada livre
GOBI BEAR é um rapaz com uma guitarra. E algumas coisas mais. Diz o que tem a dizer e pronto. Não quer sempre acabar o que começou. Prefere o simples, ao complicado, prefere a genuinidade do erro. Deixa as cordas soar como elas querem e a voz seguir o seu caminho. Tenta e acha que está bem assim. Depois de um primeiro EP na netlabel Mimi Records, em 2011, regressa a essa editora para o seu segundo, intitulado 'LP EP'. A versão física do disco tem o selo da Murmürio Records.
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Espaço Biscoito | Mercado Negro
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23/03/12
Apresentação do livro O JAZZ DA BANCARROTA e projecção do filme Bankroet Jazz.
Olá a tod@s!
O Gato Vadio Júlio vai passar por Lisboa (Livraria Braço de Prata), Aveiro (Biscoito) e Porto para apresentar esta raridade abaixo! Apareçam!!!
quando? sexta 30 de março
A que horas? 21:30h
Onde? no Biscoito atelier . galeria . café
O JAZZ DA BANCARROTA e outros contos (nem sempre) grotescos – Paul van Ostaijen (editora 7 Nós)
Troque já o Estado, a Banca e o ministro da Cultura por este livro!
Anexos: Sinopse + Capa + Súmula Vida e Obra (em inglês)
É um caso raro o anonimato de Paul van Ostaijen (1896-1928) na história oficial e não-oficial da literatura europeia do século XX.
Em 2006, Van Ostaijen ganhou popularidade com a realização do filme mudo Bankroet Jazz, baseado num dos “contos” reunidos na antologia e que dá o título à selecção agora publicada pela 7 Nós. As apresentações do livro (que passarão pelo Porto, Lisboa, Aveiro, Braga), além de contarem com a participação de um dos editores (que escreveu um relato sobre a vida e obra do autor) e do tradutor (Arie Pos), terão esse motivo aliciante: a projecção do filme Bankroet Jazz.
Aqui têm o link para a página oficial do filme “Bancarrota Jazz”
http://www.bankroetjazz.nl/
(O filme tem a duração de 40 minutos. É feito com imagens dos anos 20/30 e segue a estética dadaísta. Sendo um filme mudo, porém, asseguramos a tradução em berros-Dada das passagens com narração.)
A par da poesia, Van Ostaijen notabilizou-se pelos seus contos grotescos. Se a poesia seguia a via ascética da autopoiesis, Ostaijen denota com as sátiras a necessidade de encontrar o meio de dizer o que a poesia calava. Está convicto de que, num mundo desencantado pela mentira instituída, o uso do grotesco, da farsa e do ultraje são os únicos meios de se aproximar da “verdade” e, desse modo, restituir ao humano a realidade e a lucidez crítica.
À luz do presente, os contos reunidos nesta antologia (traduzidos do neerlandês por Arie Pos) deixam-nos a impressão de terem sido escritos sobre a fase política da Europa de hoje, ao trazerem à superfície o homem precário e anónimo, controlado pela política do Estado, depauperado pelo economicismo e pela plutocracia da Banca, disciplinado pelas organizações hierárquicas que cercam o quotidiano, endomingado pela moral fetichista da cultura de massas.
Mesmo se o flamengo se mune de um discurso farsante, virtuoso e rigoroso, para ridicularizar a organização social da mentira, a sua função não era em nenhum momento apresentar certezas, talvez por saber que as certezas, nomeadamente as que dominam, constituem um obstáculo à mudança.
Tentados à clareza e a con-ferir ao leitor uma legibilidade impressiva e dissecadora das flutuações passadas e actuais, na Europa e na cultura, recuperamos hoje a prosa engenhosa de Van Ostaijen, o seu humor agudo e dissidente, a menos digestiva crítica anti-autoritária, ontem hipotecadas por uma espécie de passivo literário.
20/03/12
15/03/12
09/03/12
Este projecto estabelece uma ponte entre pintura e o teatro. A ideia é, partir de pinturas e realizar a partir delas vários exercícios que levaram as crianças a um conhecimento mais profundo. Importa envolver as crianças tornando-as capazes de ver e rever esta arte aparentemente “estática” – pintura – como um mundo de onde surgem personagens e acontecimentos vivos e mobilizadores. Não se falará de movimentos artísticos, ou acerca do autor, a arte da pintura será aproximada aos pequenos, pelo teatro. Estimula-se o imaginário ao mesmo tempo que se brinca e se conhecem pinturas marcantes da história.
Observar, agitar e imaginar são as palavras-chave neste projecto.
A actividade destina-se a crianças entre os 6 e os 12 anos.
14/02/12
Workshop de Origami

Kusudamas
com Rita Vaz
17 de Março Sáb.| das 15h às 17h30
No espaço biscoito.
Materiais incluídos.
O Origami, arte japonesa de dobragem de papel, é um misto de arte e matemática.
Kusudama é uma palavra japonesa usada para descrever um modelo de Origami em forma de bola. Originalmente os Kusudamas eram usados como amuletos, para proteger de doenças, para decorar a roupa em dias de festa ou como prendas de aniversário. O Kusudama beneficia a disposição da pessoa que o faz, que o recebe, ou que apenas o contempla.
Venha construir o seu Kusudama!
Mais informações em_